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O poder destrutivo da competição

1 min de leitura · 

A competição é fruto de um sentimento de inferioridade, já parou pra refletir sobre isso? Faz todo o sentido!

Competimos por coisas, por posições e por outras pessoas. Competimos porque acreditamos que aquilo que tanto queremos irá nos preencher, mas isso não é real. É uma grande armadilha que vai te distanciar do seu coração e da felicidade. A competição ou comparação é uma distração gerada pelo sentimento de inferioridade, da crença de que o outro é melhor do que eu. 

E isso é uma fantasia, uma ilusão.

A competição facilmente se transforma em vício. Um hábito muito arraigado, pois fomos educados a competir. Acreditamos que competir é algo muito louvável e saudável, vejam só! Somos incentivados a competir acreditando que assim podemos fazer e produzir mais e melhor.

Isso até pode funcionar a curto prazo e em determinadas situações, mas sua principal consequência é gerar cada vez mais separação. No fundo, a competição é sustentada pelo próprio egoísmo, que se vê separado do resto, precisando se defender e conquistar para poder sobreviver, acreditando que não há o suficiente para todos.

Leia também “Alteridade e os abraços que nos salvam”

O contrário da competição é a cooperação.

Na cooperação buscamos um objetivo comum. Estamos abertos para ajudar e desejamos o melhor para o outro. Reconhecemos a unidade e escolhemos caminhar nesse sentido. Nossa intenção, na competição, tem, em algum grau, uma parte querendo destruir para se defender. Na cooperação, a intenção é apenas a de criar união.

Agora pense:

Que consequências (positivas e negativas) a competição gera na sua vida?

Com quem e para que você compete tanto?

O que te falta na vida? O que acontece se você ganhar? E o que acontece se você perder?

Te sugerimos uma tarefa. Pense numa situação onde você percebe a existência de competição na sua vida e experimente tomar atitudes objetivas regidas pela cooperação. Se não conseguir, tudo bem, apenas observe o que te impede e depois, vem aqui contar pra gente como foi 😉

Retirado do livro “Siga o Mestre”. Ed. Clarear

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Raquel Ferreira
CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

Raquel Ferreira

CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

3 thoughts to “O poder destrutivo da competição”

  1. Temos que separar as coisas, separar o moderado do exagerado, competição exagerada pode sim ser algo destrutivo e negativo, mas a competição é muito importante para evoluir, se não houvesse competição as empresas por exemplo não estariam tão empenhadas em fazer produtos cada vez melhores e mais baratos, se você compete com outra pessoa em algum esporte isso é uma grande motivação para a sua evolução, o saudável é olhar para o seu competidor como um adversário e não um inimigo porque quando chega a este ponto ai passa a ser algo negativo, mas sem dúvidas competir é uma forma muito eficiente de empenhar-se para dar o seu melhor, vencer nós trás uma boa sensação de orgulho si mesmo, perder é péssimo mas podemos observar quais erros contribuiu para isso, então sinceramente não enxergo no conceito competição uma coisa negativa, pelo contrário, competir é natural e inspirador.

    1. Concordamos com você, Vitor! Esse texto é parte de um livro que facilita o processo de auto-conhecimento do indivíduo, assim que as reflexões que ele sugere são para que tipo de comportamentos nos levam a competir 😉

  2. A competição é negativa sim pois o inverso da compaixão, da partilha, da comunhão e da cooperação. A competição existe como um instinto de sobrevivência entre os vários reinos biológico : monera, fungi, protazoa, plantae e animal, como também no Homossexuais sapiens primitivo e tribal, como entre todos os povos da antiguidade . Guerras e competições de gladiadores mostram isso. E até hoje pregam esse dogma como se fosse natural, da mesma forma que matar ou prostituir. O capitalismo utilitarista consumista prega esse dogma. Mas as tradições religiosas como o budismo, o Evangelho de Jesus e o preceitos do Yoga ensinam cooperação e compaixão, amor e união. Esse livro aqui também mostra isso https://www.amazon.com/No-Contest-Case-Against-Competition/dp/0395631254 . O documentário ” A educação proibida” também demonstra que a virtude é a cooperação,.

Participe, queremos ler o que você tem a dizer