pílula da felicidade

O bem estar e a pílula da felicidade

2 min de leitura · 

Não se iluda, o bem estar e a felicidade não se vendem em caixinhas!

Recentemente realizei uma leitura de um artigo que debatia o uso indiscriminado de remédios psicotrópicos pela população brasileira, colocando o Brasil no ranking das pessoas que mais se automedicam com estes remédios no mundo!

E de fato arrepiei-me da espinha ao couro cabeludo, pois há muitas pessoas atualmente que atravessam os seus dias a base de medicamentos. E o pior disso é que, os mesmos acreditam estar fazendo o uso da “pílula da felicidade”.

Tais comportamentos são alarmantes e espantosos!

Não que eu esteja tirando os méritos dos psicotrópicos, coisificando a sua importância, longe disso.Contudo, como Psicóloga (não possuo autorização para medicar, tampouco, possuo conhecimento científico para tal), reafirmo que remédios ansiolíticos e de tratamentos para distúrbios mentais, só devem ser ministrados por um especialista na área da medicina, melhor dizendo, por um Psiquiatra.

Entretanto, é preocupante a necessidade de alívio imediato a que muitas pessoas estão se dispondo.

“Sofrer para que? Nem pensar… “

Clique e fale com um Psicóloga Online agora“E superar as próprias dores através de um processo de autoconhecimento e reflexão? Sai para lá… “

Talvez, sejam esses, alguns dos pensamentos daqueles que fazem o uso incessante de tais medicamentos, que a priori, possuem uma função principal de aliviar sintomas orgânicos.

Saiba que, nem sempre o caminho mais fácil ou o mais curto é o que traz crescimento.

Se a duras penas você mantém-se de pé, e se utiliza de fármacos na esperança de bem estar psicológico e emocional, eu lamento muito, mas, desejo que um dia você desperte, e perceba que esse bem disfarçado de pílula da felicidade é o seu inconsciente, agindo covardemente contra suas dores, justamente para que você não as supere, ou simplesmente não as sinta, até que dure a próxima dose.

Auto-conhecimento, psicoterapia e coragem ainda são as melhores soluções para superação de dores da alma. Pois para essas, meus caros, não há bula ou remédios indicados.

Aos colaboradores médicos, peço humildemente desculpas acerca de meu texto, pois o mesmo não é de finalidade para realizar um confronto sobre a práxis médica, mas sim, para que as pessoas tomem consciência acerca dos riscos de automedicar-se e de colocarem suas expectativas de cura aos conflitos da mente, sob a responsabilidade dos psicotrópicos.

Cada vez, que recebo uma mensagem em minhas redes sociais questionando-me sobre a possibilidade de eu realizar uma prescrição medicamentosa, aceleram-me os impulsos internos de dizer que a felicidade não se vende em caixinhas.

Medicamento nenhum traz a cura para o medo, preocupações, tampouco para os pensamentos negativos, e não oferece respostas às dúvidas sobre as dores sentimentais.

O diálogo, a escuta e os processos que permitam a construção do pensamento saudável, creio ser o caminho mais duradouro para a elaboração de um estado de paz mental.

Sendo assim, eu te convido a permitir-se conhecer melhor o seu mundo interior.

Tranquilidade e discernimento nas suas escolhas, é o que eu desejo a você.

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Maria Rita Pontes
Formada há 12 anos em Psicologia pela UNOESTE de Presente Prudente SP, pós-graduada em gestão de pessoas, avaliação psicológica, políticas públicas e especialista em psicologia do Transito.
Atua na área clínica na abordagem cognitiva-comportamental com
Experiência em atendimentos crianças, adolescentes e adultos.
Atuou na área pública em projetos sociais, saúde mental e escolas Experiência com atendimento crianças vítimas de abuso sexual e violência doméstica.
Atuou na avaliação psicológica a candidatos à concessão de CNH em clínica credenciada ao DETRAN.
Atualmente se dedica exclusivamente ao atendimento clínico e na orientação psicológica online.
CRP 08/12763
Contato: (11) 94087-3586
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Formada há 12 anos em Psicologia pela UNOESTE de Presente Prudente SP, pós-graduada em gestão de pessoas, avaliação psicológica, políticas públicas e especialista em psicologia do Transito. Atua na área clínica na abordagem cognitiva-comportamental com Experiência em atendimentos crianças, adolescentes e adultos. Atuou na área pública em projetos sociais, saúde mental e escolas Experiência com atendimento crianças vítimas de abuso sexual e violência doméstica. Atuou na avaliação psicológica a candidatos à concessão de CNH em clínica credenciada ao DETRAN. Atualmente se dedica exclusivamente ao atendimento clínico e na orientação psicológica online. CRP 08/12763 Contato: (11) 94087-3586

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