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Bloqueio emocional: parte 2

3 min de leitura · 

Bloqueio emocional, você sabe como eliminá-lo?

Ontem falamos sobre o que são e o que causam os bloqueios e hoje vamos falar sobre como podemos reduzí-los ou extinguí-los de nossas vidas.

Como podemos eliminar o bloqueio emocional?

Se nossas emoções são positivas, surge a alegria a criatividade, a motivação, a espontaneidade.

Por exemplo, suponha-se que você esteja sem emprego há muito tempo, que participe de entrevistas, mas sempre recebe uma negativa. Podemos pensar que já não vale mais à pena esforçar-se.

E assim, sem perceber, nos predispomos mentalmente a que os bloqueios emocionais nos impeçam de achar uma solução. Lição número 1: Negatividade é uma torneira de bloqueios emocionais!

Do mesmo modo, em nosso dia a dia nos aparecem pensamentos inúteis, como por exemplo, “pra que vou?”, “sei que não me contratarão”, “existem candidatos mais qualificados”, “vão perceber que estou nervosa”, “com o tempo que levo desempregada e com a minha idade…”, “já não sou mais apto”, “fracassarei”.

Combatendo o pensamento negativo

Este tipo de pensamento pessimista nos bloqueia de tal maneira que depois, o momento da entrevista, o que transmitimos de forma não verbal é negatividade… não seremos um candidato desejado.

Se você não é convincente para você mesmo, vacila com frequência, crê que não terá nenhuma possibilidade e etc, estará fadado a permanecer sempre nessa mesma situação de inércia.

Para eliminar o bloqueio, devemos adquirir uma perspectiva positiva da realidade, de maneira que se você estiver bem emocionalmente não haverão bloqueios e poderá se expressar com maior fluidez.

Tente pensar em coisas que te façam aflorar emoções positivas. Tente se lembrar de bons momentos que você já viveu.

Ainda que inicialmente você esteja inquito, procure pensar positivo. Por exemplo: sou uma pessoa muito valiosa, acredito em mim, posso ser muito útil para essa empresa…

Dessa maneira você estará criando novas estruturas cerebrais, que podem orientar de maneira natural os teus pensamentos, de forma que, o que mentalmente acreditamos seja transmitido na imagem que transmitimos de nós mesmos.

Desmonstando a Lei de Murphy: a má sorte não existe

A “Lei de Murphy” diz o seguinte: “Se algo pode sair mal, sairá mal”. De tal forma que, se a torrada sempre cai com a parte da geléia para baixo é porque, sem dúvidas, teremos má sorte.

Acontece o mesmo se temos bloqueios emocionais demais. por exemplo quando pensamos: Nunca me escolhem, claro que dessa vez acontecerá o mesmo.

Nada pode estar mais longe da realidade. A lei de Murphy só pode dizer que “se algo pode acontecer, acontecerá”. Se realmente nos sentimos capazes para fazer algo a probabilidade de que  realmente aconteça aumenta assustadoramente.

Refletindo sobre os bloqueios

Existe uma teoria da física quântica, denominada “o gato de Schrödinger”. Ela sugere que, um gato dentro de uma caixa com uma cápsula de veneno, que a qualquer momento pode se romper, estará vivo e morto ao mesmo tempo.

Isso também é aplicável ao bloqueio emocional, se o medo nos ameaça, nunca seremos capazes de saber se conseguiríamos ou não o que desejávamos.

Se não tivermos a coragem de abrir a caixa, nunca saberemos se o gato está vivo ou morto, permaneceremos bloqueados.

Quando verdadeiramente acreditamos em nossa capacidade e estamos seguros de nós mesmos, transmitimos uma energia de confiança que os outros, ainda que inconscientemente, captam pela intuição.

Frequentemente algo nos atrai em outra pessoa e é possível que seja essa segurança em nós mesmos, de tal modo que é preciso cuidar de nossos próprios pensamentos e não deixar que os pensamentos negativos nos impeçam de progredir 😉

Retirado de Psicologia y Mente (traduzido e adaptado)

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Raquel Ferreira
CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

Raquel Ferreira

CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

One thought to “Bloqueio emocional: parte 2”

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